O “PROGRAMA DE TREINAMENTO S.E.L.F (Supervised Exercise for Life and Fitness)”, que tem como meta trazer uma metodologia embasada totalmente em “EVIDÊNCIA CIENTÍFICA” para que possamos: avaliar, prescrever e acompanhar os reais objetivos e “ganhos” do cliente. Para que isso possa acontecer, temos que oferecer uma forma supervisionada e contínua de atendimento, e, quando necessário, realizar adaptações nos exercícios para que consigamos de forma sempre “EFICIENTE” e “SEGURA” alcançar os resultados esperados, com isso, conseguirmos adaptar, sempre, o programa ao cliente e não o cliente ao programa.

Equipe formada por médicos, Educadores físicos, fisioterapeutas e nutricionistas onde cerca de 90% tem no mínimo um curso de pós-graduação em exercício e saúde, se reúne pelo menos uma vez por mês para discussão de casos e leitura/avaliação de artigos constantemente publicados em revistas nacionais e internacionais.

Se estendermos nossa visão aos indivíduos portadores de comorbidades (doenças), estes dilemas se enroscam ainda mais. Mais dúvidas, mais improviso, mais preconceitos mais “desinformação” e como resultado, um cliente não bem atendido e, além, disso com sua doença não tratada ou se quer, acompanhada. Porquê? Por que ainda se acredita que QUALQUER exercício seja benéfico à saúde e aplica-se então, métodos oferecidos a atletas ou fisicamente ativos, deixando a “cara” da academia semelhante a um “parque de diversões” para adultos. Sabemos respeitar a vontade do cliente, desde que esta não o leve a um patamar de risco para lesões maior do que o patamar da segurança.

Os treinos onde a intensidade é medida pela rápida velocidade de execução, pouco tempo de recuperação, altos números de repetições e que acabam sendo realizados por horas, deixam implícito à ideia de que quanto mais aguentar, suportar, repetir, suar, melhor estará! Até pode ser verdade. Mas nada importante! Acreditem!

Estudar e avaliar artigos e criar uma abordagem totalmente contra a que se vende hoje demanda tempo, dedicação e coragem para falar.

Ter profissionais que estudem o assunto para criar uma visão realista e com isso ganhar coragem para falar, também demanda tempo, conhecimento, horas de estudos, treinamento, cursos e uma equipe de suporte (a nossa é a USP e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz). Muitas vezes nos sentimos como os primeiros cientistas quando vieram ao mundo dizer: “...leite com manga não faz mau nenhum. Podem tomar!...” 

                           O “PROGRAMA DE TREINAMENTO S.E.L.F”, é a prescrição e orientação supervisionada de exercícios para o fortalecimento muscular, através de equipamentos de musculação ou pesos livres com metodologia embasada em evidência cientifica. Nossa maior preocupação é o “indivíduo”. As adaptações, mudanças de exercícios e reajustes de cargas são dependentes diretamente da condição física atual do cliente. Sempre levamos em conta as dores, cansaço, medicamentos em uso (continuamente ou não), fatores psicológicos, nível motivacional e nível de estresse. Avaliações semestrais de força, Consumo Máximo de Oxigênio indireto, flexibilidade e escala de dor são realizadas para sabermos se estamos ou não, alcançando os objetivos. As evoluções de cargas, escala de dor (quando necessário), pressão arterial, glicemia (para os diabéticos), temperatura corporal (pacientes em tratamento de câncer) são anotadas diariamente, proporcionando uma segurança ainda maior para adaptações diárias do treinamento evitando possíveis intercorrências e, ainda, se tornam indicadores mais precisos dos resultados alcançados. 

                        Este programa, em função de sua complexidade e da necessidade de constantes “ajustes” dos treinamentos, necessita de profissionais altamente gabaritados (Professores de Educação Física formados e registrados no CREF - Conselho Regional de Educação Física e pós-graduados em exercícios e doenças) e experientes (no mínimo dois anos de musculação). Estes profissionais passam por treinamento anual de BLS (Basic Life Support) e reuniões mensais para leitura de artigos e discussões de casos. Precisam apresentar no mínimo três cursos por ano de assuntos relacionados às necessidades do Programa S.E.L.F..

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